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Luiza Brunet fala sobre volta às novelas e garante: “Me sinto segura para enfrentar a exposição. A maturidade faz com que tudo fique mais leve”

A bela entrou em “Velho Chico” como Madá, uma prostituta amiga de Afrânio, personagem de Antônio Fagundes: “Já o conhecia, ele é um amigo querido e muito generoso, trocamos bastante dentro e fora de cena, ele me ajuda e me deixou supertranquila”

Publicado em 03/06/2016 | Por Karina Kuperman

São 18 anos desde sua última novela, mas Luiza Brunet voltou às telinhas em grande estilo. E em dose dupla: além de poder ser vista na reprise de “Anjo mau”, no “Vale a Pena Ver de Novo” toda as tardes, Luiza chegou em “Velho Chico” arrancando suspiros como a prostituta Madá, confidente de Afrânio, interpretado por Antônio Fagundes – a quem, aliás, a bela é só elogios: “Já o conhecia, Antônio é um amigo querido e muito generoso, trocamos bastante dentro e fora de cena, ele me ajuda e me deixou supertranquila”, contou, em conversa com HT.

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Luiza Brunet como Madá, em “Velho Chico” (Foto: Reprodução/Gshow)

Logo nas primeiras cenas, Luiza viveu fortes emoções na pele da cafetina. Um misto de felicidade e humilhação e prazer e choro exigiram entrega total da intérprete, o que rendeu, claro, muitos elogios nas redes sociais. “Não sou muito ligada nisso, mas gostei do que li no meu Instagram”, confessou uma Luiza totalmente diferente da de 1998 – época de “Anjo mau”. “Hoje tenho mais segurança e maturidade, isso faz com que tudo fique mais leve”, explicou ela, que não teme críticas. “Respeito se forem construtivas, elas não me fazem mais chorar ou sofrer. Me sinto segura para enfrentar a exposição, o importante é correr atrás do que acreditamos sem medo”, disse.

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A atriz se considera mais madura e preparada do que há 18 anos(Foto: Reprodução/Instagram)

E é o que ela tem feito. “Aceitei esse convite pelo desejo de fazer coisas novas e de não perder as oportunidades que a vida lança”, contou ela, que foi chamada pelo diretor Luiz Fernando Carvalho, que já a havia dirigido na série “Correio Feminino”, exibida no “Fantástico” em 2013. “Eu cheguei a fazer um teste no início da novela, mas não aconteceu. Tive a felicidade de ser convidada para gravar agora, no meio”, explicou. E o que muda ao entrar em uma trama em andamento? “O meu personagem é novidade, né? Mas não tive medo”, garantiu ela, que teve pouco tempo de preparação: “Foram disponibilizadas professoras de expressão corporal e prosódia e isso foi suficiente para me sentir mais confortável”, contou.

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Luiza sendo dirigida por Luiz Fernando Carvalho (Foto: Reprodução/Gshow)

Aliás, falando em prosódia, o sotaque é um dos grandes desafios. “Gosto demais de novelas que saem do eixo Rio-São Paulo. Poder mudar o sotaque é incrível, seja de qual estado for”, declarou ela, que não teme os próximos desafios, como, por exemplo, cenas de nu. “Ainda não sei como serão os próximos capítulos”. O que sabemos é: nós vamos acompanhar de perto.

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