ToliBlog

João Vicente cria marca junto de sua mãe, Gilda Midani, e fala sobre o novo homem: “Tem que apoiar o feminismo”

Ator ainda contou que seu estilo de roupa é bem básico: "Eu gosto coisa muito específicas como preto, branco. Não curto coisas coloridas"

Publicado em 17/06/2016 | Por Leonardo Rocha

Quem vê João Vicente de Castro no “Porta dos Fundos”no programa “Papo de Segunda”, do GNT, e nas redes sociais sabe que o o cara entende mesmo de moda. Referência de estilo para os homens – e sonho de consumo das mulheres – ele contou ao HT que está prestes a lançar sua primeira linha de roupas ao lado de sua mãe, a estilista Gilda Midani. “A minha ligação com as roupas surgiu desde pequeno, porque minha mãe é estilista e sempre foi uma pessoa ligada em moda de uma maneira saudável. Ela foi me mostrando o que era esse universo e, com o tempo, eu passei a consumir”, disse, por entre os corredores do Rio Moda Rio. “Ela sempre me ensinou que moda a gente entende é na rua. E assim eu fui moldando o meu estilo, que é bem básico. Eu gosto muito de coisas específicas como preto e branco. Não curto coisas coloridas”, contou ele, que ainda adiantou suas novidades no mundo fashion.

(Foto: AgNews)

(Foto: AgNews)

“A marca vai se chamar ‘Son’, que significa filho em inglês”, explicou ele. “Será o tipo de roupa que eu gostaria de usar. Não tem comprometimento com comercial nem com venda. O único comprometimento é que se pague. Pagando está ótimo”, brincou. Para o evento de moda mais badalado do Rio, o galã, que segue como repórter do GNT, optou por um estilo, digamos, mais alinhado. “Esse terno é da Burberry, que é uma marca que eu uso bastante. Eu gosto muito de coisas simples e clássicas. Esse terno tem uma textura meio jeans, meio navy. Apesar de básico, eu gosto de estar sempre bem vestido”, ponderou.

(Foto: AgNews)

(Foto: AgNews)

Já no programa “Papo de Segundo”, João traca idéias pra lá de descontraídas com Marcelo Tas, Chico Sá e o cantor Léo Jaime. A atração é uma espécia de “Saia Justa”, na versão masculina. Questionado sobre como é falar do universo do homem em tempos de feminismo, o ator foi taxativo: “O universo masculino apoia e tem que caminhar junto do emponderamento feminino. O movimento feminista é uma luta contra o pensamento retrógrado do macho alfa, branco e opressor. No programa, a gente tenta destruir esse homem e discutir e mostrar que ele não tem mais espaço na nossa sociedade. A liberdade dele acaba quando começa a da mulher. Darwin mostra que a seleção natural vai fazer esse homem desaparecer com a evolução da espécie”, afirmou ele. E a gente apoia!

Junto à turma do Porta dos Fundos, o ator se prepara para estrear nas telonas, no dia 30 de junho, com o filme “Contrato Vitalício”. “Eu interpreto o Luciano, que é um cracudo. Ele fala muito pouco. É a desconstrução do que poderiam imaginar o que eu fosse fazer. O filme está bem divertido e não no esquema de esquetes, como na web”, completou.

Pesquisas relacionadas