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Tempos difíceis! Fernanda Vasconcellos lembra a infância complicada na escola: “me esperavam com estilete e faca. Tinha que chamar a polícia”

Um menino mais velho gostava dela e as outras meninas, que também gostavam dele, queriam agredi-la por vingança. A história foi contada na madrugada desta quarta-feira (15) durante o “Programa do Jô”

Publicado em 15/07/2015 | Por Lucas Rezende

Quem vê hoje Fernanda Vasconcellos com seis novelas no currículo e a posição de uma das mulheres mais belas do país não imagina que ela comeu o pão que o diabo amassou na infância. Na época de escola, atriz revelou que sofria ataques de outros colegas e que “era saco de pancada”. O motivo? Um menino mais velho gostava dela e as outras meninas, que também gostavam dele, queriam agredi-la por vingança. A história foi contada na madrugada desta quarta-feira (15) durante o “Programa do Jô”.

“Era uma coisa assustadora ao ponto de ter de chamar a polícia. Elas me esperavam com pedaços de pau, estilete, faca. A diretora tinha que chamar a polícia. Eu mudava de escola e essas meninas ficavam na porta do colégio [me esperando]. Juro que eu não fazia nada para elas. Eu cheguei a ir embora de viatura. Eu tinha muito medo mesmo”, lembrou ela.

Fernanda Vasconcellos participou do Programa do Jô (Foto: Ricardo Martins/Programa do Jô)

Fernanda Vasconcellos participou do Programa do Jô (Foto: Ricardo Martins/Programa do Jô)

Passado os tempos difíceis, ela foi às forras. Fernanda contou que até presente de amiga em aniversário ela já rasgou. E por inveja. “Ela ganhou uma colcha rosa, de coração, e chamou todos para mostrar seu presente. Eu fiquei com tanta inveja que arrumei uma tesoura e cortei a colcha inteira. A culpa ficou sendo de um moleque que era muito atentado”, disse. Ainda no papo com Jô Soares, a atriz, que disse fazer faxina para desestressar e ajudar a gravar seus textos, lembrou dos tempos que como nove a cada dez crianças, imitava a apresentadora Xuxa Meneghel. Na plateia, ficava seu irmão. “Eu mandava ele calar a boca e batia nele. Eu também fazia mágica”, riu.

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