ONG realiza seu trabalho de levar arte e afeto para os hospitais também de maneira remota com o projeto ‘Conexão de Casa’


A ‘Conexão do Bem’ , composta por um grupo de artistas, que tem como intuito levar a arte para os hospitais, fazia esse trabalho em forma de cortejo e presencial, mas precisou se readequar aos novos tempos, e criou o ‘Conexão em Casa’, para continuar proporcionando alegria, reconhecimento e homenagem aos profissionais da saúde via vídeos e conteúdos nas redes da ONG

ONG realiza seu trabalho de levar arte e afeto para os hospitais também de maneira remota com o projeto 'Conexão de Casa'

Fundada por Felipe Haiut, Laura Araújo, Mag Pastori, Nina da Costa Reis e Pedro Nêgo, a ONG Conexão do Bem tem como objetivo inspirar a esperança e o amor para o resgate da saúde dos pacientes nos hospitais do Rio de Janeiro. O grupo de amigos artistas resolveu usar seu talento para fazer o bem a quem tanto precisa e usando a melhor das ferramentas: a arte.

Antes da pandemia da covid-19 o grupo percorria todos os setores dos hospitais levando seu cortejo musical. Essa ação contava com outros artistas colaboradores, que assim como os fundadores da ONG, acreditam que a arte é capaz de ajudar nas dores diárias existentes nestes lugares. Com o novo cenário que o mundo convive há dois anos, o grupo sentiu a necessidade de se adaptar para continuar levando acalanto e entretenimento aos pacientes, daí surgiu a ideia da ‘Conexão de Casa’. Felipe, Laura, Mag, Nina e Pedro, que comandam o projeto ‘Conexão do Bem‘, entenderam que nesse momento, mais do que nunca, precisam continuar levando afeto, arte e esperança para as pessoas. Dessa vez não foram só pacientes contemplados, e quem acompanha a ONG nas redes sociais conseguiu estar mais perto dos projetos. “A intenção também é levar humanização para os hospitais, praticando cidadania e produzindo bem estar para aquelas pessoas”, detalha Felipe Haiut. “A arte promove transformações nos territórios em que é realizada. Fazemos isso em forma de cortejos, oficinas e palestras não só em hospitais, mas também em empresas, eventos e instituições de ensino”, completa.

O Conexão do Bem em cena nos hospitais: levando arte, entretenimento e esperança, agora em casa também (Foto: Ilan Vale)

O Conexão do Bem em cena nos hospitais: levando arte, entretenimento e esperança, agora em casa também (Foto: Ilan Vale)

Um projeto e muitos frutos

O Conexão do Bem, que vem contando histórias desde 2012, se mantém perseverante no propósito de levar alegria, cor, música, teatro, afeto e arte no seu sentido mais amplo para os hospitais, com a missão de regenerar saúde e impactar a vida de quem precisa.

Um braço do projeto, o ‘Conexão de Casa’ foi desenvolvido para atender quem precisa, mesmo à distância e estreou nas redes sociais da Conexão do Bem no ano passado. Os programas foram exibidos até o final de fevereiro de 2022. Nele existem segmentos que abrangem todos, todas e todes, dentro e fora dos hospitais, com os programas: ‘Solta o Som’, ‘Para Crianças’, ‘Nossas Histórias’ e ‘Apresenta’. Essa ação conta com o patrocínio da BLUMAR, Dec@tron, Infis, Oliveira Trust, Technion e a Prefeitura do Rio de Janeiro, que abraçaram e entenderam a necessidade de continuar o projeto da ONG que visa ajudar a saúde de quem precisa.

"A intenção também é levar humanização para os hospitais, praticando cidadania e produzindo bem estar para aquelas pessoas" (Foto: Ilan Vale)

“A intenção também é levar humanização para os hospitais, praticando cidadania e produzindo bem estar para aquelas pessoas” (Foto: Ilan Vale)

Os vídeos são reproduzidos nos hospitais e também no Instagram e no canal do youtube da ONG, ampliando ainda mais as conexões:

  •   ‘Solta o Som” tem uma produção audiovisual com músicas populares brasileiras e também autorais;
  •  No segmento ‘Para Crianças’ são contadas histórias em forma de música para as crianças e toda a família. Os vídeos contam com cenários e figurino para alimentar o lúdico e despertar a imaginação dos pequenos de forma criativa;
  • Em ‘Nossas Histórias’ o Conexão do Bem compartilha com seu público as histórias vivenciadas pelos corredores e quartos dos hospitais;
  • E no ‘Apresenta’, Felipe Haiut recebe um artista, músico ou compositor, para apresentar uma canção autoral aos pacientes.