ID:RIO 25: CCM apresenta coleção que conjuga o propósito da marca de conexão, criatividade e movimento com lifestyle


À frente da CCM como diretora de criação, Kenia Cariello acredita que um dos maiores diferenciais da CCM “é que fomos pioneiros em unir o fitness à moda, num momento em que isso simplesmente não existia no Brasil. Há 35 anos, quando começamos, o universo do activewear era extremamente técnico e sem expressão estética. E foi aí que a gente resolveu fazer diferente: trazer estilo, estampa e informação de moda para uma peça que também precisava performar, durar, acompanhar o corpo em movimento. Para ela, poder “compartilhar o nosso propósito em um evento multiplataforma, ao lado de tantas marcas e talentos que também acreditam no poder da criação coletiva, é motivo de orgulho. O ID:Rio não é só uma vitrine, é uma plataforma de transformação”

ID:RIO 25: CCM apresenta coleção que conjuga o propósito da marca de conexão, criatividade e movimento com lifestyle

ID:RIO FESTIVAL 2025

“A sigla CCM carrega hoje o significado de conexão, criatividade e movimento, três pilares que definem quem somos e para onde queremos ir. Conexão com as pessoas, com o nosso tempo, com o corpo e com a natureza. Criatividade como força motora da inovação, do design e da originalidade. Movimento como estilo de vida, como fluidez entre os momentos do dia, como expressão da mulher contemporânea”. Assim Kenia Cariello, à frente da marca e diretora criativa, começa a nossa conversa exclusiva sobre a moda como ferramenta de expressão pessoal, identidade cultural e transformação social. A CCM fez um lindo desfile na quarta edição do Festival ID:RIO 25, multiplataforma que faz a sinergia entre moda, capacitação, empreendedorismo, feira de design, jornada de conhecimento, gastronomia e música impulsionando a energia criativa do Estado do Rio de Janeiro. O evento ganhou uma mega estrutura na Praia de Icaraí, em Niterói, com um dos cenários mais lindos.

Segundo Kenia, a coleção apresentada “nasceu de um olhar atento às tendências globais, mas, acima de tudo, de uma vontade genuína de traduzir com a alma da CCM. Desde o início do processo criativo para o Outono/Inverno, percebemos que o estilo folk se destacaria fortemente nas passarelas internacionais e que rapidamente tomaria conta das vitrines e coleções de muitas marcas. Essa coleção não é só sobre o Outono/Inverno. Ela tem continuidade, se estende com naturalidade para o verão, porque acreditamos em moda com fluidez, sem barreiras rígidas entre estações. É um folk versátil, que atravessa o tempo com identidade e leveza. É a CCM fazendo o que sabe fazer de melhor: traduzir tendências com alma, propósito e movimento”.

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

Na parte social, mantemos uma rede de produção local que movimenta famílias, valoriza o polo de confecção de Nova Friburgo e contribui diretamente com o desenvolvimento econômico da nossa região. A CCM acredita no empreendedorismo como ferramenta de transformação real principalmente para mulheres, que são grande parte da nossa cadeia. É sobre autonomia, sobre criar oportunidades, e sobre empoderar não só quem veste, mas quem faz – Kenia Cariello

A diretora acrescenta: “”A coleção Folkie nasceu de um desejo profundo de traduzir o momento atual que vivemos, um momento que exige da moda muito mais do que estética. Queríamos, sim, contar uma história bonita através das formas, das cores e das texturas, mas, acima de tudo, queríamos que essa história fosse conectada com os nossos valores e com a responsabilidade que temos como marca há mais de 35 anos no mercado. O nosso desafio foi ressignificar uma tendência para que ela conversasse com o nosso DNA. Junto com a minha equipe, mergulhamos nesse universo para reinterpretá-lo à nossa maneira. O resultado é uma coleção que não apenas dialoga com esse movimento global, mas que traz a leveza, a autenticidade e a liberdade do nosso lifestyle. A gente não copia tendências, traduzimos com verdade para a nossa linguagem”.

A CCM foi criada há 35 anos como uma marca voltada para o atacado hoje, estamos presentes em mais de 300 pontos de venda por todo o Brasil. Mas em um certo momento, sentimos que era importante vivenciar também a experiência do varejo, criar espaços que nos conectam mais diretamente com a consumidora final. Assim vieram as nossas lojas próprias, começando por Niterói, e depois Friburgo, que é o coração da nossa operação onde fica toda a nossa estrutura de produção, estilo e marketing. A CCM, desde o início, apostou em um olhar diferente para o fitness. Em uma época em que ninguém ousava usar estampa nas academias, a gente já acreditava no poder da expressão pessoal e trouxe esse lifestyle vibrante e tropical para o universo esportivo – Kenia Cariello

A sustentabilidade também se tornou uma premissa. Cada vez mais, consumidores buscam produtos que respeitem o meio ambiente e promovam práticas éticas de produção. Marcas que investem na transparência em suas cadeias produtivas ganham destaque e fidelizam um público cada vez mais consciente. “A CCM carrega propósito. Sempre tivemos uma preocupação real com a sustentabilidade não como tendência, mas como postura. Criamos peças atemporais, de altíssima qualidade, feitas para durar. Porque a gente acredita em um consumo mais consciente, em uma moda que respeita o tempo das pessoas e do planeta. Tudo isso é parte do que nos move”, analisa.

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

A ligação com a moda e o empreendedorismo da família Cariello atravessou gerações. “A minha história com a moda começou de forma quase inesperada, mas hoje vejo que era o meu caminho desde sempre. Eu tinha 19 anos quando entrei para trabalhar na confecção da minha mãe e do meu irmão, que naquela época era especializada em lingerie. Confesso que, no início, aquilo não era o que eu imaginava para mim, eu estava sonhando com outros futuros. Mas bastou pouco tempo ali, convivendo com o corte, a costura, a transformação de uma ideia em produto, para eu me apaixonar completamente por aquele universo”, revela. “A CCM nasceu como uma marca voltada para o atacado hoje, estamos presentes em mais de 300 pontos de venda por todo o Brasil. Mas em um certo momento, sentimos que era importante vivenciar também a experiência do varejo, criar espaços que nos conectam mais diretamente com a consumidora final. Assim vieram as nossas lojas próprias, começando por Niterói, e depois Friburgo, que é o coração da nossa operação onde fica toda a nossa estrutura de produção, estilo e marketing”.

Sempre tive um olhar muito pessoal para a moda. Desde nova gostava de me vestir de forma única, de criar minhas próprias referências. Percebi, dentro daquela estrutura, que poderia não só expressar isso, mas também construir algo com identidade própria. Foi ali que nasceu o desejo de ter minha própria marca. E foi assim que nasceu também a transição da lingerie para o fitness quase como um reflexo da minha própria trajetória de transformação – Kenia Cariello

Ao longo dessa caminhada, ela conta que casou, teve filhos, “a vida seguiu e aprendi que quando a gente ama o que faz, a gente dá um jeito. A CCM foi, de verdade, a minha primeira paixão. Antes mesmo do meu marido, dos meus filhos, da minha família. E justamente por esse amor tão genuíno, tudo foi se encaixando, tudo foi fazendo sentido. Aprendi a equilibrar os papéis, a me doar com garra tanto para o trabalho quanto para quem eu amo”.

“E ninguém constrói uma história bonita sozinha. Quero muito ressaltar aqui.. todas as pessoas que de alguma forma contribuiram para o crescimento da CCM, mas especialmente a minha mãe, que está ao meu lado sempre. Ela não é só um ser brilhante, é uma parceira de vida. Uma mulher que acredita, entrega e constrói comigo todos os dias esse sonho chamado CCM”.

Kenia frisa que “desde o início, nosso propósito sempre foi vestir bem. Com elegância, com conforto, com praticidade mas também com personalidade. Começamos no fitness, ainda quando esse mercado era pouco explorado esteticamente, e já trazíamos para nossas coleções um olhar de moda, um cuidado com design e com os detalhes que não eram comuns no segmento na época. Com o tempo, a moda global começou a enxergar o valor do esportivo como tendência, mas para nós, isso sempre foi essencial. Hoje, o casual e o esportivo se misturam com naturalidade, e a CCM está justamente nesse lugar de transição, criando peças que funcionam para o treino, para o trabalho, para o dia e para a noite. Nós acompanhamos essa mulher multifacetada, empoderada, que busca se sentir bem em cada fase do dia”.

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

A CCM continua evoluindo. Estamos sempre atentos às transformações do mundo e da mulher. E seguimos firmes no nosso propósito: vestir com autenticidade, inspirar com criatividade e movimentar vidas com propósito. Empoderar mulheres sempre foi, para mim, algo que começa no detalhe. E na CCM, cada detalhe da criação é pensado com esse olhar. Nossa roupa é resultado de muito estudo e escuta entre o time de estilo, comunicação e vendas para que cada peça proporcione conforto, elegância e representatividade para quem a veste – Kenia Cariello

O empoderamento começa na pesquisa de comportamento e consumo. “Não criamos roupas apenas para vestir, mas para valorizar. Trabalhamos com produtos que evidenciam o que cada corpo tem de mais bonito e único, respeitando diferentes silhuetas e acompanhando as mudanças de estilo de vida e de padrões que aconteceram nas últimas décadas. Lá atrás, começamos como uma marca de tamanho único, como era comum na época. Mas fomos entendendo, com o tempo e com as mulheres que nos vestem que era preciso evoluir.
Hoje, vestimos do P ao GG, com tecidos inteligentes, que se moldam ao corpo com conforto e firmeza. Fazemos isso porque sabemos que existem muitas formas de beleza e queremos acolher a pluralidade de corpos com verdade”.

A coleção CCM

“Escolhemos o folk como fio condutor, com uma abordagem própria, que mistura o rústico ao sofisticado, o natural ao urbano. Trouxemos para a coleção uma cartela de tons terrosos, que refletem essa conexão com a terra, com a natureza e com os ciclos e foi lindo ver que, quando a Pantone anunciou o Mocha Mousse como cor do ano, nós já estávamos em movimento com essa paleta no nosso atacado. Foi uma feliz coincidência que reforça nossa sintonia com o momento”, comenta Kenia.

As franjas são uma presença sutil, mas poderosa em amarrações, detalhes de acabamento e principalmente na forma como trabalhamos alguns cadarços duplos que remetem ao movimento e ao espírito livre do folk. As pantalonas, inspiradas nos anos 70, também retornam com força, ganhando nova leitura com bases de tecidos tecnológicos, que unem fluidez e performance – Kenia Cariello

Enfatiza ainda que “a coleção é uma homenagem à atemporalidade da moda que conta histórias. A gente, na equipe de estilo, ama essa estética, então foi um processo muito prazeroso criar essas peças. E é interessante ver como o folk se apresenta de diferentes formas: começou mais clean, com crônicas visuais suaves, babados discretos e quase sem estampa… Mas à medida que a temporada de verão se aproxima, sentimos liberdade para trazer também o folk maximalista, com estampas marcantes, ousadia e mais cor”.

Estar no ID:Rio é uma oportunidade de amplificar tudo aquilo que a CCM acredita: que moda é conexão com a cidade, com as pessoas e com o que nos move de verdade. O festival celebra o espírito empreendedor do nosso estado, unindo moda, música, gastronomia e bem-estar de um jeito muito potente. Acreditamos numa moda viva, que acontece no ritmo da vida real, e é por isso que esse encontro é tão especial para a gente. Poder compartilhar o nosso propósito em um evento multiplataforma, ao lado de tantas marcas e talentos que também acreditam no poder da criação coletiva, é motivo de orgulho. O ID:Rio não é só uma vitrine, é uma plataforma de transformação – Kenia Cariello

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

CCM no ID:RIO 25 (Foto: Divulgação)

“Claro que o varejo trouxe muitos aprendizados. Não foi um caminho fácil, enfrentamos desafios, redimensionamos planos, e entendemos que nosso maior foco ainda é e sempre foi o atacado. Mas manter esses dois polos foi uma escolha estratégica e afetiva. Niterói representa nossa primeira casa de varejo e um ponto de contato direto com a cliente. E Friburgo é nossa essência é onde tudo acontece, onde pulsamos como marca. Temos, inclusive, uma flagship na cidade, que traduz com muita fidelidade o nosso DNA. Em alguns momentos, recuar faz parte do movimento de avançar. E é isso que estamos fazendo agora: nos preparando para crescer com ainda mais solidez, consciência e propósito.”

Kenia, e como você avalia a moda autoral no nosso país? “A moda autoral brasileira está se fortalecendo como uma voz criativa, consciente e muito conectada com as raízes e a diversidade do nosso país. Eu acredito profundamente que estamos vivendo um momento de valorização da identidade tanto de quem cria quanto de quem consome. As pessoas estão buscando propósito nas marcas, estão interessadas em quem está por trás da peça, em como ela foi feita, por quem e para quem. O caminho da moda autoral brasileira é o caminho da coragem de criar com originalidade, de manter uma produção mais justa, de respeitar o tempo da criação e de se posicionar. E, mais do que isso, de contribuir com o ecossistema ao seu redor: gerando emprego, promovendo inclusão, movimentando a economia criativa.

Acredito que um dos maiores diferenciais da CCM é que fomos pioneiros em unir o fitness à moda, num momento em que isso simplesmente não existia no Brasil. Há 35 anos, quando começamos, o universo do activewear era extremamente técnico e sem expressão estética. E foi aí que a gente resolveu fazer diferente: trazer estilo, estampa e informação de moda para uma peça que também precisava performar, durar, acompanhar o corpo em movimento. Hoje, isso parece óbvio, mas lá atrás foi disruptivo. E foi essa coragem que moldou nosso DNA,  inclusive com a mesma estilista à frente da criação há mais de 20 anos. No mercado da moda, essa longevidade criativa é raríssima. E é justamente essa continuidade que nos permite ter uma linguagem autêntica, que conversa diretamente com a mulher que escolhe vestir CCM – Kenia Cariello

Ser CCM é sobre se sentir bem, vestir quem você é e fazer parte de um movimento que olha para o futuro com responsabilidade e estilo. Eu acredito que o mercado internacional enxerga a moda fitness brasileira com muita admiração e não é de hoje. A gente tem uma criatividade muito particular, uma ousadia no design e uma relação com o corpo e com o movimento que é muito nossa, muito brasileira. Isso chama atenção lá fora. O que impressiona também é a nossa capacidade de unir performance com beleza. A mulher brasileira quer treinar, mas quer estar linda, quer se sentir poderosa, e isso reflete nas nossas criações. A moda fitness brasileira entrega funcionalidade com estilo e conforto com identidade. E isso tem ganhado força globalmente.

Durante o ID:RIO 25, a CCM promoveu um aulão de yoga,  exclusivo para convidados da marca CCM, conduzido por Maria Clara Cunha, referência na prática. Especializada em yoga desde 2016, Maria Clara ganhou notoriedade nas redes por ser instrutora de personalidades como Anitta, Larissa Manoela e Nicole Bahls.

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No final de nossa entrevista, Kenia pontua: “Quero que a CCM seja lembrada como uma marca que não só trouxe estilo e conforto, mas também propôs um novo olhar sobre o que é ser responsável e consciente em nossas escolhas. E para mim, deixar esse legado significa inspirar as pessoas a viverem suas vidas de maneira mais leve e verdadeira, com uma moda que vai além da superfície, que tem um propósito e impacta positivamente o mundo ao nosso redor. Esse é o legado que sonho em deixar, tanto para a moda quanto para a sociedade como um todo”.

O ID:Rio 2025 é apresentado pela Enel com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O Festival conta com o apoio da Secretaria Municipal da Mulher de Niterói e do Clube Central de Icaraí, com realização da Equipe de Produção.