O assunto era para ser a NFL, liga de futebol americano dos Estados Unidos e os próximos desafios do New England Patriots, time do qual Tom Brady, marido de Gisele Bündchen, é o quaterback, mas a coletiva de imprensa dessa quarta-feira acabou dominada por um só assunto: o suposto apoio de Brady à candidatura de Donald Trump, de quem é amigo. Donald, aliás, disse em discurso em New Hampshire no começo da semana que Brady havia ligado para ele anunciando que votaria no republicano.

“Ele me ligou e disse: Donald, eu te apoio. Você é meu amigo e votarei em você”. Um repórter perguntou, então, por que Tom autorizou que Donald desse tal declaração e a resposta foi curta: “Por que eu dei permissão? Você está assumindo que eu dei permissão? Eu só vou falar de futebol essa semana”. Não contente com a resposta, os jornalistas continuaram insistindo no tema, até que o quaterback foi mais incisivo e explicou o motivo de não falar sobre política. “Eu conversei com Gisele e ela disse que eu não posso mais falar sobre política. Eu acho que esta é uma boa decisão. Talvez para a nossa família”, disse o jogador, que se prepara para encarar o Seattle Seahawks na próxima noite de domingo.
Em tempo: Brady é amigo de longa data de Donald Trump, desde que o conheceu em um concurso de miss em que foi jurado, no início do ano 2000. Um boné com o slogan da campanha de Trump foi visto no armário do vestiário de Brady, mas ele negou qualquer tentativa de ligar seu nome ao do presidente eleito dos EUA.
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