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Sente o clima! Devassa transforma o frio paulistano em uma manhã tropical com a apresentação do seu novo posicionamento de marca

O fundador Marcello Macedo esteve ao lado de Tiago Abravanel, o vice-presidente de marketing da Brasil Kirin, Minás Vourodimos, e a gerente de marketing Jussara Calife para falar sobre o novo líquido Devassa: “Levaremos a verdade da marca para um publico ainda maior. Participei de todo o processo de perto”

Publicado em 08/06/2016 | Por Karina Kuperman

A história foi rápida. Há quem diga que o crescimento da Devassa foi “da noite para o dia”. De fato, em apenas cinco anos, a marca tornou-se um verdadeiro case de sucesso. Como? Os motivos são inúmeros. “Realmente foi tudo muito intenso, mas essa marca começou a ser pensada lá na década de 80”, revelou Marcello Macedo, o Cello, um dos fundadores. Ele vai além: “Tenho um amigo que quando perguntam se ele fez sucesso da noite para o dia ele responde que sim, mas que levou 25 anos para fazer sucesso da noite para o dia. É exatamente isso”, afirmou. Explicamos: Cello sempre foi músico e empreendedor e mudou-se para Londres. Por lá, conciliava sua vocação com o trabalho em bares para se sustentar. “Foi quando tive contato com o universo de cervejas na época. Descobri que esse mundo era riquíssimo e aquilo ficou na memória”, contou.

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Tiago Abravanel, Marcello Macedo, Minás Vourodimos e Jussara Calife (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

Do outro lado do mundo, outro Marcello, o Camolese, segundo fundador da Devassa, trilhava o mesmo caminho. “Eramos dois Marcellos músicos empreendedores, eu paulistano e ele carioca. Eu morei em Londres e ele em Nova York na década de 80. A verdade é que, quando cheguei ao Brasil, comecei a trabalhar com som para cinema, edição, etc, mas o mercado ficou ruim e resolvi montar o bar, que era quase um hobby. Deu supercerto, bombou e eu vi que tinha ali uma vocação. Fiz um segundo bar, ainda maior, e também teve muita repercussão. Em 1999 me mudei para o Rio de Janeiro e comecei minha história na cidade no Zazá Bistrô, em Ipanema, depois fui para o 00, que era lounge e restaurante e, em 2002, eu e Marcello lançamos a Devassa”, lembrou.

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Tiago Abravanel foi o mestre de cerimônias do evento: “Vocês esperavam uma loira linda, não é?”, brincou (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

Nascida e “criada” no coração do Leblon, a Devassa – não poderia ser diferente – tem a alma da cidade maravilhosa. “Minha própria história e a do Marcello se misturam com a da Devassa, isso torna a nossa marca muito verdadeira. Ela não foi pensada em uma torre de marketing, mas por quem fazia bar e estava lá como cliente também. Conheci os dois lados, o que é ser cliente e dono. A Devassa é uma marca de verdade, o que gera uma cerveja de verdade”, disse Cello, endossado por Minás Vourodimos, vice-presidente de marketing da Brasil Kirin. “Queremos que os nossos consumidores vivam o que a luz do dia e a vida outdoor têm para oferecer, consumindo uma cerveja que combina perfeitamente com esse estilo de vida”, explicou ele, que foi além: “A Devassa é vanguarda, hoje vemos o boom de cervejas artesanais em várias cidades. Em 2002, esse precursor viu como trazer algo inovador dentro das grandes marcas. É a união entre um conhecimento europeu com a brasilidade, adaptado para nossa realidade”, afirmou.

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A geladeira Devassa ficou disponível para os convidados da marca (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

Cello assina embaixo: “Nossas cervejas continuam tropicais desde o início. Sempre quisemos falar a realidade brasileira, mas com muita qualidade. Vemos no mercado cervejas tão especiais, mas que se distanciam do país. A Devassa, desde o começo, foi pensada para ser uma cerveja de volume, sempre tivemos grandes pretensões”, disse ele, que acredita que seu grande diferencial, lá no início, foi ter “furado o bloqueio” dos grandes bares. “Não tínhamos recursos de produção como hoje, eram quatro, cinco aventureiros fazendo cerveja. Como eu e meu sócio tínhamos vocação para bar, a ideia de fazer a cerveja veio acompanhada da ideia de lançar essa cerveja em um bar de mesmo nome, que também era inovadora. Furamos o bloqueio das grandes cervejarias, que é a grande dificuldade dos novos rótulos: chegam na prateleira como mais um. Prevendo isso, criamos nossos próprios canais de venda: os bares Devassa”, lembrou Cello, que terceirizava a fabricação do produto.

“Nossa cerveja caiu nas graças do carioca e o bar ficava tão cheio que fechava a rua no Leblon. Fizemos um segundo bar que repetiu o sucesso e, em 2004, abrimos nossa fábrica. Foi um crescimento orgânico e a indústria aumentou a complexidade do negócio. Não era mais só os produtos, bares, marca e gestão. Viramos industriais e, junto disso, vieram as franquias que abriam ainda mais o canal com menos investimento. Com a fábrica, passamos a engarrafar nosso produto que, até então, era só chope”, contou ele. A partir daí, a Devassa estourou de vez. “A longneck foi para outros bares além dos da Devassa e a marca se tornou uma venda espontânea, praticamente passiva: as pessoas ligavam e pediam para vender em seus estabelecimentos”, lembrou. “Já estávamos com 500 pontos de venda e paramos para pensar: temos o negócio na mão. Ou a gente para de crescer para administrar o que construímos ou levamos para alguém que saiba fazer melhor que nós. Foi quando, em 2007, fomos adquiridos pela Brasil Kirin”, disse Cello.

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Um brinde à nova Devassa (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

Apesar da enorme estrutura que a Devassa é hoje, a alma continua a mesma que os jovens sonhadores imprimiram no início: com estilo de vida descontraído e despojado de quem aproveita a vida outdoor, curte a praia até o pôr do sol e segue para uma festa incrível. O que mudou? Esse ano, a Devassa decidiu abandonar a fórmula popular da bebida, a “Bem Loura”, e aposta apenas na versão mais premium, feita com puro malte e sem adição de outros cereais como milho e arroz. A mudança, claro, pede um reposicionamento de marca. A nova Tropical Lager puro malte carrega consigo design e layout premium e posicionamento mainstream. “Queremos fazer o melhor possível da categoria. Entendemos que o puro malte traz harmonia, sabor e paladar forte, mas precisa ter uma bebabilidade mais leve, descer bem. Determinamos o puro malte, que só é oferecido em segmentos superiores, como ponto de partida, e disponibilizamos a preços competitivos no mainstream”, explicou Minás.

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Tiago Abravanel bebendo sua Devassa (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

Para apresentar o novo produto e o posicionamento de marca, além de Jussara Calife – gerente de marketing da Devassa, Marcello e Minás, Tiago Abravanel esteve em um palco montado no Espaço Decameron. “Vocês estavam esperando uma loura linda, musa Devassa, e eis que chego eu, um gordinho, careca e de óculos sem lentes, para ser o apresentador do evento”, brincou ele, que conduziu todo o bate-papo. Marcello aproveitou para ressaltar: “Para mim, esse é um momento mágico novamente, porque resgatamos os atributos e verdade da marca e levamos isso para um público ainda maior de uma maneira linda, porque o trabalho está sendo muito bem-feito. Participei de todo o processo de perto”, garantiu.

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Tiago Abravanel, Marcello Macedo, Minás Vourodimos e Jussara Calife (Foto: Cleomir Tavares/Divulgação)

De fato, não só o líquido mudou: por fora, a embalagem já adianta a qualidade do que está por dentro. O formato sleek é inovador na categoria e as garrafas vêm com rótulos em verniz táctil, staniol e rótulo de garrafa diferenciado. Já as latinhas sleek, mais finas e compridas, garantem charme e também seguem a linha texturizada. “É completamente inovador, são embalagens elegantes e leves, com texturas, que mexem com os sentidos. Claro que tem investimento, mas consideramos fundamental para passar um pouco da marca”, disse Minás. Pois bem, o portfólio agora conta com Devassa Loura, de novo líquido e disponível em embalagens de 1 litro, 600ml, 300ml, longneck 355ml, lata sleek de 350ml, lata 269ml e 473ml, além, claro, das já consagradas Ruiva e Negra. “Agora eu entendi porque me escolheram para apresentar a coletiva. Sou essa mistura: o paulista que interpretou Tim Maia nos palcos, o neto de Sílvio Santos que trabalha na Globo… (risos) E eu sou uma pessoa meio chata com cerveja, mas a Devassa é leve, desce bem. Já quero uma geladeira dessas”, disse Abravanel. Nós também.

Após a coletiva, Qinho, realizou um show para os convidados. Sentiu o clima?

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