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Missão humanitária em Cabo Verde, dança em São Vicente e cantoria em Mindelo: como foi a temporada africana de Cleo Pires

A atriz viajou para inaugurar o projeto Água nas Escolas em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)

Publicado em 19/01/2016 | Por Lucas Rezende

Cleo Pires está em Paris, capital francesa, onde, há cerca de uma semana, pousou para fazer escala para Cabo Verde, na África, onde inaugurou o projeto Água nas Escolas em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O projeto prevê levar água potável para mais de 10 mil pessoas no país e enfatiza a necessidade de dar aos alunos das escolas o acesso à água, sobretudo nas escolas de Cabo Verde onde a situação é problemática. A cerimônia aconteceu na último dia 12 com membros do governo local (a ministra Fernanda Marques e a secretária executiva da comissão nacional da Unesco, Gloria Ribeiro, estiveram presentes). De lá, ela seguiu para São Vicente, terceira ilha mais populosa de Cabo Verde, visitou escolas e conheceu os mandingas – povo com tino guerreiro – e sua dança característica. Ainda sobrou tempo para em Mindelo, cidade da ilha de São Vicente, protagonizar uma cantoria com Tito Paris, um músico, compositor e cantor caboverdiano. Agora na Cidade Luz, Cleo está na companhia de sua agente Piny Montoro e da atriz Isabella Bernardi Teixeira. Um balanço dessa temporada africana? “Cabo Verde me conquista cada vez mais. Temos muito em comum, Brasil e Cabo Verde. O Brasil é um ‘Cabo Verdão”, disse.

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Em tempo: Cleo Pires está gravando o seriado “SuperMax” (Globo), sendo dirigida por José Alvarenga e José Eduardo Belmonte. Depois, nada de férias. Ela já foi escalada para a novela que vai substituir “Totalmente Demais”. O papel? Uma caminhoneira que disputa campeonato de Fórmula Truck.

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