Esqueça tudo o que você já ouviu sobre whey protein no passado. Há muito tempo que o produto deixou de ser consumido apenas por frequentadores de academias e adeptos da musculação. Um dos principais motivos, aliás, se deve à pandemia. De olho em recuperar o prejuízo – leia-se aqui, os vários quilos extras que o isolamento social proporcionou -, o produto vem se mostrando extremamente versátil entre os consumidores. Além de auxiliar no emagrecimento, ele também traz muitos benefícios para a pele e os cabelos.
“Por ter maior quantidade de aminoácidos essenciais, o whey possui também maior eficácia que o colágeno hidrolisado. Enquanto 100g de colágeno representam 3,3g de leucina (aminoácido superimportante para a reposição muscular), o produto isolado oferece cerca de 9,2g de leucina, mostrando-se, portanto, mais eficiente no combate à flacidez”, ensina a nutricionista Nathália Pinto, nutricionista da marca Clean Way.
De acordo com o empresário carioca, Tiago Chimelli, que distribui a marca no Brasil, o consumo aumentou em escala mundial, influenciado pela China. O Clean Whey, por exemplo, dobrou de faturamento no último ano. Hoje sua importação é de cerca de 100 toneladas.

E há ainda outros benefícios. “O whey protein vem sendo consumido porque ajuda também em certas patologias como o câncer. A facilidade de ingestão é um dos pontos, já que basta misturar com água e tomar. A recomendação é de 3 a 4 misturas de 20g do produto, para as pessoas que pesam cerca de 70 kg”, diz.
Outro ponto interessante é a versatilidade de sabores. O de chocolate é o mais consumido, seguido de baunilha, e também o neutro. “Muita gente prefere o sem sabor porque consegue misturar com a bebida de preferência ou com uma refeição sólida, além fruta ou vitamina”.
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