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Com o pai na CTI e mãe sofrendo as consequências do Parkinson, Xuxa desabafa em entrevista: “Vai ser um milagre se ele sobreviver”

A apresentadora ainda segue às voltas com as complicações de saúde de sua mãe, Dona Alda, de 80 anos, que sofre de Parkinson. "Fico pensando até se Deus não fez isso para eles irem embora juntos ou perto um do outro, porque minha mãe está muito frágil", disse à "Caras"

Publicado em 10/02/2017 | Por Junior de Paula

Todo mundo acompanhou a briga e a reaproximação de Xuxa com seu pai nos anos 80-90 e, por isso, a gente acompanha com atenção a questão do estado de saúde do pai da apresentadora, Luiz Floriano Meneghel, que segue internado no CTI do Hospital Samaritano, na Barra da Tijuca. Com 85 anos, Luiz sofre de osteoporose e deu entrada no hospital para tratar do problema, mas acabou indo parar no CTI, onde permanece em estado grave.

Xuxa e seu pai, Luiz Floriano Meneghel

“Ele entrou com um problema de coluna, falando, andando e descobriram a osteoporose. Deram uns remédios a ele e os efeitos foram bravos. Acredito que vai ser um milagre se meu pai sobreviver. Ele entrou para se cuidar e saiu pior, algumas coisas aconteceram, mas não posso dizer se ele estaria assim se estivesse em casa. Talvez ele estivesse com dor, mas não assim. O cuidar de uma coisa desencadeou outras. Isso para mim é inadmissível. Você entra no hospital e quer melhorar, não piorar”, desabafou Xuxa, em entrevista à revista “Caras”, que há alguns anos segue às voltas com as complicações de saúde de sua mãe, Dona Alda, de 80 anos, que sofre de Parkinson. “Fico pensando até se Deus não fez isso para eles irem embora juntos ou perto um do outro, porque minha mãe está muito frágil. Não queria que meu pai estivesse assim, embora não fosse uma pessoa próxima a ele”, lamentou Xuxa, em entrevista à revista.

Segundo botetim médico divulgado desta quinta-feira, por conta da osteoporose e outros complicações (insuficiência cardíaca, doença hematológica crônica, uso de anticoagulação por arritmia cardíaca, enfisema pulmonar) optou-se pelo controle medicamentoso da dor para trazer conforto ao paciente. “O paciente evoluiu com efeitos colaterais destas medicações (retenção urinária, constipação e sonolência), e desenvolveu quadro de hemorragia digestiva alta, e sangramento abdominal, necessitando de suporte transfusional no CTI”, diz o comunicado. Seu estado clínico no momento é grave, e não há previsão de alta.

 

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