Estação nova, endereço novo. O fashionista que for em busca da Givenchy na Semana de Moda de Paris vai dar de cara com a porta. A grife anunciou nesta segunda-feira (29) que trocará a Cidade-Luz por Nova York para apresentar sua próxima coleção de Primavera/Verão 2016. O motivo? Dar um boom em sua nova loja na Big Apple, que foi erguida bem recentemente, fazendo companhia às outras duas já existentes em Miami e Las Vegas.
Na badaladíssima Madison Square, o ponto é o novo trunfo da Givenchy em tempos de mercado pessimista. Quem explica é Philippe Fortunato, CEO da grife. Segundo ele, o mercado norte-americano representa 20% do fluxo de caixa da marca e, fora isso, chama atenção pelo seu dinamismo. “O mercado americano é forte, sólido e ainda está crescendo”, disse, já adiantando: vem um metro quadrado por aí na Califórnia.
- O verão 2016 masculino da Givenchy (Foto: Fotosite)
- O verão 2016 masculino da Givenchy (Foto: Fotosite)
- O verão 2016 masculino da Givenchy (Foto: Fotosite)
O curioso, fora essa mudança de fashion week, é a data que veio a calhar para o pouso na terra de Obama: 11 de setembro, dia do fatídico atentado às Torres Gêmeas pelo grupo terrorista Al-Qaeda catorze anos atrás. Mas para espantar qualquer vento ruim, o diretor criativo Riccardo Tisci já tratou de explicar que a coleção “será uma celebração da família e do amor”. Além do desfile, a fita vermelha da loja será cortada por um timão de celebs, que também se farão presentes na fila A. Os nomes confirmados? Madonna, Rihanna, Beyoncé e Julia Roberts, por exemplo.
Se não bastasse, a polêmica performer Marina Abramovic irá dar pitacos na parte artística da apresentação da Givenchy na catwalk em NYC. Ou seja: evento à altura dos dez anos que Tisci estará comemorando à frente da grife. Não perdemos por esperar.
Artigos relacionados





Luan Brum retorna ao Brasil com 'Ben Hur' na Record e, após experiência na Argentina, nega ter sido alvo de preconceito
Prêmio do Humor chega à 9ª edição, celebra Marco Nanini e reforça espaço da comédia no cenário cultural
Marília Toledo, autora de musicais sobre Gal e Ney, critica machismo estrutural nas artes