Enquanto o rito do processo de impeachment ainda engatinhava e a presidenta afastada Dilma Rousseff (PT) ainda comandava o executivo nacional, o ator global Juliano Cazarré já chegou a dizer: “É dia do Brasil celebrar junto o fim de um ciclo de incompetência e corrupção. Ciclo este que nos trouxe à maior crise econômica e moral da nossa História. Por um Brasil melhor. Chega de corrupção. Fora PT. Fora Dilma. Fora Lula”. Corta. Sabe qual a próxima empreitada profissional de Cazarré? Interpretar, para o cinema, um…senador petista. De bigodão, o ator está no elenco de “3000 Dias no Bunker”, baseado no livro homônimo de Guilherme Fiuza. O longa narrará a história do Plano Real – da quebra das finanças do país até a criação da moeda -, chegando aos mandatos dos ex-presidentes Itamar Franco (Bemvindo Sequeira) e Fernando Henrique Cardoso (Norival Rizzo). Com direção de Rodrigo Bittencourt (de “Totalmente Inocentes”), o filme terá foco no economista Gustavo Franco (interpretado por Emílio Orciollo Neto), que teve importante peso na formulação, operacionalização e administração do Plano Real. No elenco ainda estão: Paola Oliveira, Fernando Eiras, Giulio Lopes, Tato Gabus, Guilherme Weber, Wladimir Candini e Carlos Meceni. As filmagens em Brasília já aconteceram e agora, até o mês de maio, o set será em São Paulo. Foi Emílio Orciollo Neto, aliás, quem indiciou Cazarré para o papel.

Juliano Cazarré em ensaio sensual para a “TPM” (Foto: Diego Bresani)
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