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#RockInRioDay7: Red Hot Chilli Peppers encerra com sobriedade a edição de 2017 do Rock in Rio com direito aos hits mais importantes da banda

Sem muito papo do vocalista, fica a cargo de Flea fazer as vezes de comunicador da banda. E ele sabe como fazer, já que ainda no começo da apresentação ele se declara aos "amigos do Sepultura"- que se apresentaram no Palco Sunset nesse domingo

Publicado em 25/09/2017 | Por Junior de Paula

Depois de tanta alegoria do show do 30 Seconds To Mars, a sobriedade dos caras do Red Hot Chilli Peppers no palco – se descontarmos os figurinos coloridos e estranhos – veio bem a calhar. As luzes se apagaram, um trompete começou a fazer baralho, Flea entrou fazendo um som com seu baixo, seguida pela bateria de Chad Smith e a guitarra de Josh klinghoffer.  Ficaram uns bons minutos improvisando uma jam session, antes de Anthony Kiedis entrar para cantar a primeira música, Can’t stop, de um set list que teria outras 15 em um show que durou cravados 90 minutos.

Sem muito papo do vocalista, fica a cargo de Flea fazer as vezes de comunicador da banda. E ele sabe como fazer, já que ainda no começo da apresentação ele se declara aos “amigos do Sepultura”- que se apresentaram no Palco Sunset nesse domingo. A plateia reage gritando o nome do baixista. Quase todos os hits mais conhecidos da banda por essas terras foram cantados – de Californication, a Give It Away, passando pela quase nunca tocada Under The Bridge, um dos primeiros sucessos do grupo californiano.

Mas também teve novidades, mais precisamente três músicas do álbum mais recente “The Getaway”. Em sua sétima passagem pelo Brasil – e o terceiro Rock in Rio no currículo – o Red Hot fez o que povo queria, sem firulas ou grandes novidades. E isso se mostrou o suficiente para deixar os fãs irem para casa felizes com o que viram. Uma boa maneira de encerrar mais uma edição do Rock in Rio.

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