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Embalos de sábado à noite: Erasmo Carlos faz show de graça em Botafogo e lota o último dia de Casa Levi’s no Rio

Para um público de 250 pessoas, o ícone do rock nacional se apresentou em comemoração ao 501 Day, data que celebra mundialmente o aniversário de 144 anos do modelo símbolo do marca. Além do Tremendão, a banda Beach Combers também subiu ao palco do último dia de Casa Levi's no Rio

Publicado em 21/05/2017 | Por Julia Pimentel

Que festa de arromba! Esse foi o clima do último e mais especial dia na Casa Levi’s em sua estreia no Rio de Janeiro. Para fechar o ciclo de quatro semanas de programação cultural em solo carioca, a Levi’s apresentou Erasmo Carlos como grande atração da noite. Não por acaso, ontem, foi o 501 Day, dia em que a grife símbolo do denim promove o aniversário de sua mais antiga e antológica calça jeans em todos os países que têm Levi’s no mundo. Inclusive, por causa dos 144 anos do modelo que atravessa gerações, a grife promoveu esse evento que por um mês agitou a cena cultural carioca.

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Para o dia tão esperado, a Casa Levi’s reuniu mais de 250 pessoas em um clima que misturou euforia com um pouco de nostalgia. Afinal, além de ser o último dia na programação, no palco, a mansão da grife no Rio de Janeiro tinha um dos maiores nomes da música brasileira, Erasmo Carlos. Entre tantos clássicos do repertório do Tremendão, alguns incendiaram o público da Casa, como “Minha Fama de Mau”, “Festa de Arromba” e “É Proibido Fumar”. Animada em ter o artista comandando o 501 Day no Brasil, a gerente de marketing da Levi’s, Marina Kadooka, comentou a escolha por Erasmo Carlos como maestro da noite. “Essa é uma data celebrada mundialmente pela Levi’s e que faz parte do nosso calendário global. Para celebrar esse dia, que é o aniversário de um ícone da marca, nada mais justo que trazer um outro ícone, desta vez do rock nacional. Então, foi a união de dois símbolos para fechar com chave de ouro um projeto maravilhoso, que foi a Casa Levi’s Rio”, explicou a gerente de marketing que, antes de Erasmo Carlos, também apresentou a banda Beach Combers como show de abertura.

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E foi um sucesso. A Casa que, por um mês movimentou o bairro de Botafogo, ontem lotou e ainda teve fila na porta para mais pessoas querendo participar do 501 Day. Nas janelas dos imóveis da rua, os vizinhos da mansão da grife curtiam o show de Erasmo Carlos de suas casas e compartilhavam o momento cada um do seu jeito. Sem dúvidas, a estreia da Casa Levi’s no Rio de Janeiro foi um grande combustível para a cena cultural da cidade. Ciente da importância do projeto para a cultura local, Marina Kadooka não escondeu a alegria e a sensação de dever cumprido ao fim do último dia de evento. “Durante quatro semanas, nós conseguimos trazer experiências e atrações diferentes e, com isso, diversos tipos de público. A cada dia, a gente recebia uma tribo diferente e, assim, conseguimos atender a todos os tipos de gostos e expectativas”, comemorou.

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Para garantir o resultado de todas essas noites, a Casa Levi’s teve a realização e produção artística da Daterra Cultural, empresa de São Paulo que, por aqui, não poupou talento e energia para potencializar a alegria dos cariocas. Comandada pela dupla infalível Vera Santana e João Daterra, a produção cultural da Casa Levi’s foi unanimidade entre o público do Rio. Agora, depois da experiência de sucesso em mais uma capital, a gerente de marketing da grife contou que sonha em viajar o país com o projeto. “Nós gostaríamos muito que essa iniciativa fosse itinerante. Começamos em São Paulo com uma edição no ano passado que também durou um mês. Esse ano, fizemos em formato de festival, apenas em três dias, para conseguir estrear mais um mês aqui no Rio. Em ambos, o público respondeu muito bem. Em São Paulo, por exemplo, nós planejávamos receber três mil pessoas e foram mais de cinco. Por isso tudo, a ideia da Levi’s é ter mais projetos como esse e estar cada vez mais em contato com números maiores de pessoas e expressões culturais”, contou Marina.

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João Daterra e Vera Santana da Daterra Cultural, empresa realizadora da programação artística do evento (Foto: Bruno Ryfer/Divulgação)

De todo modo, depois dessas intensas quatro semanas, o que resta aos cariocas e a nós do site HT, que vivemos essa experiência em todos os dias de Casa Levi’s, é agradecer ao estímulo à produção artística da cidade que andava amornada. Em tempos de crise, o Rio de Janeiro estava vivendo momentos de desânimo com teatros e espaços culturais sendo fechados, apesar da resistência dos profissionais da área. E, por lá, o que presenciamos foi o oposto. Em uma maravilhosa casa do século passado, que foi restaurada para receber o projeto da Levi’s, gostos e tribos plurais tiveram seus dias de protagonistas na programação da Casa. E, como nos disse Marina Kadooka, não diferente da ideologia da marca, essa era, de fato, a proposta do projeto cultural da Levi’s. “Nós estamos falando da marca que inventou o jeans, que é uma peça super democrática para todos os estilos. Então, assim como na moda, a Levi’s quer promover um evento que seja aberto, democrático e nada burocrático. Nós queremos que a casa seja aberta, que as pessoas apenas entrem e compartilhem com a gente. Esse projeto é para trazer quem faz parte da história da grife para dentro de casa e celebrar junto esse dia especial, dessa vez, no Rio”, completou. Até a próxima!

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