Teatro & Pensata

Crítica: Rodrigo Monteiro analisa “Gota D’água”. “Com brilhantes trabalhos de Laila Garin e de Alejandro Claveaux, Rafael Gomes apresenta excelente versão”

A versão assinada por Rafael Gomes para o clássico de Chico Buarque e de Paulo Pontes, traz os atores em interpretações brilhantes nos papeis de Joana e de Jasão

Publicado em 08/06/2016 | Por Junior de Paula

* Por Rodrigo Monteiro

O excelente “Gota d’água – [a seco]” é a versão assinada por Rafael Gomes para o clássico de Chico Buarque e de Paulo Pontes. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux em interpretações brilhantes nos papeis de Joana e de Jasão, a narrativa reconstrói o mito de Medeia, que ficou célebre por dramaturgias que vão da Grécia Antiga ao mundo contemporâneo. Com direção musical de Pedro Luís e produzido por Andréa Alves, o espetáculo está em cartaz no Theatro Net Rio, em Copacabana, até 26 de junho e vale a pena ser visto várias vezes. Eis um dos grandes momentos da programação teatral carioca no ano de 2016.

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Alejandro Claveaux e Laila Garin

O texto de “Gota d’água” tem três referências muito fortes. A primeira delas é a tragédia escrita pelo grego Eurípedes (480 – 406 a. C.) e encenada pela primeira vez em 431 a. C. A segunda é a versão do romano Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), terminada em 50 d. C. A terceira é o roteiro escrito por Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) em 1972 e produzido pela Rede Globo no ano seguinte: o episódio número 24 do “Caso Verdade”. Todas elas partem da referência à antiga lenda de Medeia feita por Hesíodo, escritor que viveu no século VIII a. C., no final do seu primeiro livro, “Teogonia”. Ésquilo, Ovídio, Corneille, Anouilh e vários outros autores também fizeram suas versões.

Como antecedentes dramáticos, consta que, cansado de governar, Esão, Rei de Iolco, entregou o poder da cidade para seu irmão Pélias com a promessa de que fosse devolvido quando seu filho Jasão chegasse à maioridade. Porém, quando isso aconteceu, Pélias exigiu que, para ser digno à coroa, Jasão troxesse ao reino o velocino de ouro (lã de ouro com poderes mágicos de um carneiro alado). A missão era considerada impossível, pois o artefato era o símbolo máximo da presença dos deuses. Ao lado dos argonautas, Jasão partiu para a bárbara Cólquida, onde estava o objeto, mas o Rei Aietes de lá impôs quatro pesados desafios para entregar o bem. Em seu favor, a deusa Hera, compadecida de Jasão, fez com que a princesa Medeia se apaixonasse pelo príncipe de Iolco, dispondo-se a ajudá-lo com seus poderes mágicos se ele se casasse com ela e lhe fosse fiel eternamente. Assim, Jasão venceu os desafios e apoderou-se do velocino. Na partida, porém, o arrependido Aietes mandou seu filho capturar de volta Medeia e seu marido, mas ela matou o irmão e estraçalhou seu corpo no caminho. Ao chegar a Iolco, Jasão e Medeia encontraram o povo temeroso da fúria dos deuses diante das notícias vindas desde a Cólquida. Por isso, o casal foi expulso, indo morar em Corinto, onde Creonte era rei: nem a terra dele, nem a dela.

Eurípides e Sêneca, cujas versões são muito parecidas, começam suas histórias dez anos depois da chegada de Jasão e de Medeia a Corinto. Em um tristíssimo lamento, ela invoca os deuses em seu favor contra seu marido, que a abandonou para desposar a princesa Glauce, filha de Creonte. Para piorar sua situação, não sendo bem quista nem na Cólquida, nem em Iolco, ela é expulsa também de Corinto. Como uma espécie de ajuda divida – deus ex-machina – aparece Egeu, Rei de Atenas, que outrora gozou de seus favores. Medeia o faz jurar diante dos deuses que, haja o que houver, dará a ela abrigo em seu reino, o que ele concede. Destarte, Medeia pede a Creonte um dia para organizar sua mudança, mente a Jasão que o perdoou, enfeitiça presentes mágicos e os faz chegar à noiva pelas mãos de seus filhos. Morre assim Glauce e seu pai. Em seguida, Medeia mata seus filhos, vingando-se de Jasão, que permanece vivo quando a vida já lhe é pura condenação. Para os dois dramaturgos, a lição estava dada: um grego não poderia se casar com uma bárbara. Eurípedes termina a história com a partida da semideusa Medeia para Atenas, Sêneca para o céu, em ambas as versões, carregada pelo grande e brilhante carro do seu avô, o Sol.

Fernanda Montenegro como Medeia na televisão

Fernanda Montenegro como Medeia na televisão

“Medeia: uma tragédia brasileira” foi a versão de Vianinha para a televisão. Veiculado em 1973, o programa foi dirigido por Fábio Sabag e teve Fernanda Montenegro como a personagem título, Milton Moraes como Jasão, Gilberto Martinho como Creonte, e Elisângela, Lélia Abramo, Vanda Lacerda, Paulo Gonçalves e outros em papeis menores. A história se passa no subúrbio do Rio de Janeiro, com personagens da classe média brasileira. Medeia é uma mãe de santo e Jasão um sambista, cuja canção “Água do Rio” (na verdade, um samba de Noel Rosa e de Anescar do Salgueiro) faz sucesso na escola de samba da comunidade, chamando a atenção de Santana, o presidente da agremiação. A trama se passa no dia do casamento de Jasão e Creusa, filha de Santana, tal qual na tragédia clássica. Medeia envenena um pedaço de bolo e manda esse ser entregue por seus filhos ( interpretados por Ricardo e por Isabela Garcia). Assim, morre Santana e Creusa. Depois, em um descampado, Medeia serve o doce aos seus filhos, mantando-os também. No meio da fuga, dentro do táxi de Egeu, ela resolve se matar e come o último pedaço de bolo. Seu corpo é jogado ao mar. A pesquisadora Amanda Steinbach considera isso uma alusão de Vianinha à entrega das pessoas à luta armada, essa uma forma de resistência final à repressão que o Brasil vivia nos anos mais duros da ditadura militar no país.

Em termos de importância para a história do teatro brasileiro contemporâneo, o texto de “Gota d’água” está ao lado de “O auto da compadecida” (1955, de Ariano Suassuna), “Eles não usam black-tie” (1958, Gianfrascesco Guarnieri), “Boca de ouro” (1958, Nelson Rodrigues), “O pagador de promessas” (1959, Dias Gomes) e de “Dois perdidos numa noite suja” (1966, Plínio Marcos). Escrita por Chico Buarque e por Paulo Pontes (1940-1976) em 1975 – um ano após a morte de Vianinha e em sua homenagem –, a peça tem muitas relações com o especial para a televisão. As duas histórias se passam em um conjunto habitacional e ambas surgem a partir do sucesso de um samba nas rodas musicais. Diferente das versões de Eurípedes e de Sêneca, a comunidade onde a trama acontece é o lugar a que os protagonistas pertencem de modo que a questão deixa de ser a pátria e passa a ser a de classes sócio-culturais. Em todas elas, os deuses, sejam do Olimpo, sejam Orixás, têm grande influência no desenrolar dos fatos.

Joana é uma moradora do Conjunto Habitacional Meio-Dia, que foi casada com Jasão, jovem sambista que se tornou recentemente popular com o sucesso do samba “Gota d’água”. De olho na ascensão social, ele a abandonou para se casar com Alma, filha de Creonte, dono das casas do bairro, a quem os moradores pagam altas prestações. Magoada com o abandono do ex-marido, Joana espalha impropérios contra o senhorio, liderando, ao lado de Egeu, os moradores a uma espécie de greve nos pagamentos a Creonte. A revolta se torna a gota que faltava para Joana ser expulsa do bairro, mas antes, fingindo ter perdoado Jasão, envia, como no roteiro de Vianinha, um bolo a ele e sua nova noiva. Diferente do especial para TV, Creonte não deixa que Alma coma o bolo e expulsa os filhos de Jasão da festa de casamento de seu pai. Indignada, Joana dá o doce aos filhos e o come também em seguida. No final da peça, Jasão senta na cadeira da mesa que pertence a Creonte, simbolizando sua chegada ao poder. Mas diante dele, Egeu deposita os corpos de Medeia e de seus filhos. Para Chico Buarque e Paulo Pontes, o cadáver dos oprimidos é o câncer que faz sucumbir os opressores.

 Bibi Ferreira e Roberto Bonfim em Gota D'Água


Bibi Ferreira e Roberto Bonfim em Gota D’Água

Toda escrita em versos, com quatro canções no roteiro, se montada na íntegra, a peça passaria de quatro horas. A primeira montagem, no entanto, após 116 cortes da censura federal, estreou no Teatro Tereza Rachel, onde atualmente fica o Theatro Net Rio, com em torno de 170 minutos. Dirigida por Gianni Ratto, com cenário e figurino de Walter Bacci, a produção de Max Haus e de Moysés Ajhenblat trazia Bibi Ferreira no papel de Joana. Com quase trinta e cinco anos de carreira profissional na ocasião, o personagem foi um marco de sua trajetória como atriz.

Na primeira versão de “Gota d’água”, Jasão era interpretado por Roberto Bomfim, Creonte por Oswaldo Loureiro e Alma por Bete Mendes. Luiz Linhares, Sônia Oiticica, Carlos Leite, Isolda Cresta, Norma Sueli, Selma Lopes, Maria Alves, Roberto Rônei, Isaac Bardavi, Geraldo Rosas, Angelito Melo e dez bailarinos coreografados por Luciano Luciani estavam no elenco também. O espetáculo ficou em cartaz de dezembro de 1975 até fevereiro de 1977 no Rio de Janeiro e seguiu para São Paulo, onde fez mais 650 apresentações, sendo considerado uma das produções mais longevas da história. Os prêmios Molière e APCA honraram o feito. Em 2001, Gabriel Villela assinou nova versão com Cleide Queiroz e Jorge Emil e mais 22 atores. Em 2006, Heron Coelho e Georgette Fadel repetiram o feito em uma versão reduzida (“Breviário – Gota d’água”) com ela, André Capuano e mais cinco atores. E, em 2007, foi a vez de João Fonseca com Izabella Bicalho, André Arteche, Thelmo Fernandes, Kelzy Ecard e mais seis atores. Além dessas, nos últimos quarenta anos, houve várias outras montagens menos conhecidas.

Alejandro Claveaux e Laila Garin (Foto: Ricardo Brajterman)

Alejandro Claveaux e Laila Garin (Foto: Ricardo Brajterman)

Por vários aspectos, não é justo comparar, em termos de méritos estéticos, essa versão de “Gota d’água” assinada por Rafael Gomes às por Gianni Ratto, Coelho e Fadel e a por João Fonseca. O principal motivo disso é que arte é um bem incomparável a qualquer outra coisa que não seu próprio objeto, e fazer o contrário disso é reduzir as potencialidades criativas de seus realizadores para meras repetições doentes. Não é difícil identificar que esse “Gota d’água – [a seco]”, ainda que tenha referências, só as utilizou como inspiração sem que tenha se tornado menor. É uma outra peça.

A Joana de Rafael Gomes está atormentada pelo abandono do marido que, depois de ter se tornado popular com o samba “Gota d’água”, a abandonou por uma mulher mais jovem e rica, que é filha de Creonte, dono das casas que compõem o conjunto habitacional onde se passa a história. As semelhanças com a versão de Vianinha e de Chico Buarque e Paulo Pontes param por aí. Toda a questão política que é forte nessas aqui fica meramente social: Joana não tem como sustentar os filhos sozinha e manter em dia suas contas. Vem à tona, com muito mais força, a questão sexual, pois, ao lado da traição e do abandono de Jasão, está também o medo dela de enfrentar o futuro sem um homem que lhe dê tanto prazer sexual como esse dava. E, nesse contexto, também há o medo da solidão, pois Joana já é uma mulher com mais de quarenta anos em uma sociedade em que, bem mais que os homens, as mulheres parecem ter um “prazo de validade”.

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Todos esses aspectos levantados acima aparecem nas mais diversas versões do mito de Medeia, mas, diante de suas estruturas, ficam despercebidos, menos importantes. Em “Gota d’água – [a seco]”, porém, eles são os eixos motores da narrativa. Algo similar fez, para citar apenas um exemplo, Christiane Jatahy com “As três irmãs”, de Tchékhov, em seu “E se elas fossem para Moscou?” em 2014. Lá como aqui, há a escolha de alguns elementos entre vários outros da obra primeira e o desenvolver deles sob outros padrões de rehierarquização dos signos. Ao reduzir o enorme número de personagens para apenas Joana e Jasão, ao ajustar a dramaturgia de um espetáculo de quase quatro horas para um de noventa minutos, Gomes fez uma outra peça e essa precisa ser avaliada a partir disso.

Rafael Gomes, como diretor, impôs aos movimentos corporais dos atores e à ação desses sobre o cenário uma poesia que se aproxima do balanço melódico dos diálogos versificados e da defesa das canções. Não se trata mais de uma tragédia, com efeitos morais e corpus ritualístico, nem um drama ideológico capaz de acender a reflexão política, mas um panorama narrativo em que os elementos participam ativamente e de modos diferentes, nem sempre coerentes, na composição do quadro. Assim, a direção valoriza os momentos parados, aqueles em que Joana percebe que não lhe resta outro caminho que não o de assumir definitivamente o controle sobre sua vida, acabando com ela, e vingando-se para sempre de Jasão, matando sua descendência.

De modo brilhante, a direção de Gomes é habilíssima na ressignificação dos elementos cênicos: o cenário de André Cortez, a luz de Wagner Antônio, o figurino de Kika Lopes e direção musical de Pedro Luís. Enormes estruturas de metal, parcialmente vazadas e móveis, dão profundidade para o ambiente. Uma profusão de linhas retas, muitas diagonais, aponta para o céu, alarga o espaço, oferece reflexão sobre a falta de intimidade dos casebres pobres. E lindamente dá a impressão de um ecossistema humano onde os personagens vivem suas vidas e a dos demais, rendidos às suas naturezas complexas e aos seus destinos quase nada privilegiados. É esse o contexto primeiro que aproxima tanto Joana como Jasão do público: todos nós envelheceremos, todos nós queremos um lugar ao sol. O figurino favorece no apagamento dos personagens no cenário e na movimentação, articulando-os com o todo em uma estrutura potentemente bem amarrada.

O desenho de iluminação aumenta as possibilidades estéticas do quadro de Cortes e de Lopes, no qual a areia, assim como a luz, se espalha marcando a força do tempo, esse talvez o maior resquício de deus em nossas vidas. De galões vazios de água, sai areia: seca a fonte, ao pó voltaremos. A direção musical, incluindo outras canções de Chico Buarque, colore os ambientes narrativos e oferece margens para reflexões de outras ordens. Principalmente ela auxilia na aproximação do público ao espetáculo através do prazer que é ouvir trilha sonora tão especial e tão brilhantemente defendida sobretudo pela voz de Laila Garin.

A grande surpresa do espetáculo é Alejandro Claveaux e o motivo dessa avaliação é muito simples. A força de “Gota d’água” é conhecida, o talento de Rafael Gomes e de Laila Garin, apesar de suas jovens carreiras, também. Nesse sentido, os olhos estão fixos em Claveaux, que é quem tem sobre si o enorme desafio de oferecer-se como campo de batalha para os méritos acumulados de Eurípides a Garin. Ele vence o desafio. A aparência quase infantil da caracterização do personagem remete ao garoto mítico que foi reivindicar a coroa de Iolco ao seu tio Pélias e que só ganhou o velocino de ouro porque teve a ajuda da deusa Hera. Sendo ou não digno da fama, o Jasão do mito grego se reconhece predestinado ao sucesso: um menino protegido pelo pai, pelos deuses e depois por Medeia. Aparentemente, foi sobre essa natureza que Claveaux construiu seu personagem, passando relativamente ao largo da ardilosidade do malandro carioca que justificava, na versões de Vianinha e de Buarque e Pontes, a vingança de Joana. Eis um ótimo trabalho!

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Laila Garin é uma das maiores estrelas do nosso teatro. Tendo brilhado de “Sarau das Putas” a “Beijo no asfalto”, passando por “Gonzagão – A lenda” e por “Elis, a musical”, assistir-lhe é sempre algo que nos faz regozijar por estarmos vivos. O modo como sua interpretação expressa plena entrega, sua afinação marcante e sua presença avassaladora em cena aqui renovam os elogios tantas vezes já feitos a ela. Excelente em todos os aspectos!

De Eurípides a Chico Buarque e Paulo Pontes, depois de matar os filhos, Medeia está salva quando livre do feitiço de Hera por causa do qual se apaixonou por Jasão. É ele quem paga por sua ambição desmedida. Em “Gota d’água – [a seco]”, vistos a partir de aspectos muito mais humanos e quase sem qualquer intenção moral, política ou ideológica, Joana e Jasão são vítimas e algozes juntos, o que representa um outro tipo de complexidade. Viva a capacidade da arte de se reinventar! Aplausos!

Ficha técnica: 
De: Chico Buarque e Paulo Pontes
Adaptação e direção: Rafael Gomes
Atores: Laila Garin e Alejandro Claveaux
Músicos: Antônia Adnet, Dudu Oliveira, Elcio Cáfaro, Marcelo Muller e Pedro Silveira
Direção Musical: Pedro Luís
Cenografia: André Cortez
Iluminação: Wagner Antônio
Figurinos: Kika Lopes
Direção de Produção: Andréa Alves
Design de som: Gabriel D’Angelo
Preparação e arranjos vocais: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo
Direção de movimento: Fabrício Licursi
1º assistente de direção: Fabrício Licursi
2º assistente de direção: Daniel Carvalho Faria
Assistente de direção musical: Antônia Adnet
Assistente de cenografia: Rodrigo Abreu
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno
Produção Executiva: Monna Carneiro
Marketing Cultural: Ghéu Tibério
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação

Serviço:
Onde: Theatro Net Rio – Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana
Quando: Quinta a Sábado às 21h e Domingo às 20h
Quanto: R$ 25,00 a R$75,00 (inteira)

* Rodrigo Monteiro é dono do blog “Crítica Teatral” (clique aqui pra ler) , licenciado em Letras – Português/Inglês pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, bacharel em Comunicação Social – Habilitação Realização Audiovisual, com Especialização em Roteiro e em Direção de Arte pela mesma universidade, e Mestre em Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor no Curso de Bacharelado em Design da Faculdade SENAI/Cetiqt. Jurado do Prêmio de Teatro da APTR (Associação de Produtores Teatrais do Rio de Janeiro) desde 2012.

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