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Katy Perry é a mulher mais rica do showbizz em 2015, e Forbes atenta para pouca representatividade feminina na lista

Das 100 personalidades que aparecem, apenas 16 são mulheres e apenas duas no Top 10: Katy e Taylor Swift

Publicado em 29/06/2015 | Por João Ker

HT comentou na última semana que Taylor Swift e o namorado Calvin Harris foram o casal que mais lucrou em 2014. Pois bem. Agora a Forbes acaba de divulgar sua lista completa das 100 celebridades mais ricas deste ano e, com o boxeador Floyd Mayweather no topo com U$300 milhões, o Top 10 só conta com duas mulheres: Taylor, na oitava posição, com um lucro de U$80 milhões; e Katy Perry, no terceiro lugar, com U$130 milhões.

Katy Perry na capa da Forbes (Foto: Reprodução)

Katy Perry na capa da Forbes (Foto: Reprodução)

A cantora, além de entrar no pódio, também apareceu na capa da publicação e comentou: “Eu tenho orgulho da minha posição como chefe, como uma pessoa que administra minha própria companhia”, completando com “eu não estou aqui para me gabar. Estou aqui para inspirar outras mulheres”. E essa inspiração pode se tornar mais do que necessária  atualmente.

Desde que os documentos vazados da Sony chegaram ao conhecimento público, uma das muitas polêmicas tem atentado para o baixo salário que atrizes recebem por fazerem o mesmo trabalho que atores. Nesse caso específico, foi divulgado que Jennifer Lawrence e Amy Adams ganharam apenas 7% dos lucros de “Trapaça” (“American Hustle”, 2013), enquanto seus coadjuvantes Christian Bale e Bradley Cooper ficaram com 9% do valor total.

Jennifer e Scarlett Johansson, por sinal, são as únicas atrizes na lista que, de 100 pessoas, conta com apenas 16 do sexo feminino, incluindo outros nomes como Ellen Degeneres (no #12, com U$75 milhões), Lady Gaga (no #25, com U$59 milhões), Beyoncé (no #29, com U$54,5 milhões) e Kim Kardashian (no #33, com U$52,5 milhões). As fortunas de todas as mulheres juntas chegam a somatória de U$809 milhões, contra U$4,5 bilhões dos homens.

Quando levantamentos como esse chegam à tona, o discurso de pessoas como Patricia Arquette, Salma Hayek e Nicole Kidman começa a fazer mais e mais sentido.  Até porque, este pode até ser um “mundo dos homens”, mas certamente não seria nada, nada, nada sem uma mulher.

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