Gente & Comportamento

Em périplo mundial, Atelier World Tour acolhe Rihanna e faz Ian Carey confessar: “Brasileiros são ruins de bola, prefiro eles na pista”!

O evento, que contou com set esperto do badalado Ian Carey, foi pura perfeição e se prepara para abocanhar o Brasil em outras praças!

Publicado em 12/07/2014 | Por Alexandre Schnabl

* Por Bruno Muratori

Já na chegada, na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, o público entrava no clima pretendido pela organização do evento. Boa sacada a escolha do local, no Círculo Militar da Urca, com vista para a paradisíaca Praia Vermelha e ao pé do Morro da Urca. Foi mesmo um presente a todos que compareceram para seguir o tal tour do nome da festa. Em um cenário de encantos mil embalados num outro som pelas ondas do mar e fechando de vez com o astro principal – o nosso Pão de Açúcar, o Atelier World Tour, badalo internacional que baixou na Cidade-Maravilha nesta noite de sexta-feira (11/7) mostrou mesmo a que veio desde o início. Aliás, com certeza houve mais selfies com o famoso cartão postal do que com a atração internacional convidada, o DJ Ian Carey. Afinal, mesmo sendo brazucas, os cariocas sempre ficam olhando estupefatos para este ícone do turismo no Brasil. Nessa hora vale ser bairrista!

Na entrada do evento os participantes não tinham grande problema para adentrar o espaço super bem montado e ir logo caindo na pista, mas até que não era de todo mal ficar do lado de fora, visto que circundava por ali uma rapaziada – meninos e meninas – linda de doer, para todos os gostos e todas as tribos. Fato! De cara logo, quem chegava se sentia cosmopolita por esbarrar com um grupo de portugueses animadíssimos, desfrutando do Rio depois dos muitos “pás” e “viras” ou lembrando Lisboa. Mas, então, já era hora de circular na festa e ver se o babado era forte mesmo!

Foram mais de 1.200 pessoas que seguiram ao Atelier Word Tour nesta sua primeira edição carioca, com muitos gringos comparecendo, já que são tempos de mundial esportivo nas terras brazucas. Aliás, quem chegou como quem não quer nada, de fininho, se esbaldando que nem pinto no lixo foi a diva Rihanna, na cidade desde esta sexta e roubando a cena, conforme noticiamos em Moda & Comportamento nesta manhã de sábado (12/7) aqui no site. A bombshell ficou mesmo na dela, curtiu o hip hop que rolou nas primeiras horas da festa e saiu com todo aquele aparato meio exagerado dos seguranças, visto que ainda muita gente não havia se dado conta (ou fazia a linha blasê, como convém aos cariocas), admirando mais a vista do que a pop star.

Belas dançarinas com selo de Dubai abrilhantaram o agito com performances de muita graça em uma passarela montada que corria toda a pista, deixando os marmanjos ligados além da conta na performance das ragazzas. Inicialmente, a galera estava tímida até o momento da atração internacional. Quando, então, o norte-americano Ian Carey subiu ao palco logo mostrando a que veio. Aí a galera começou a se empolgar e começou aquele badalo para valer! Ainda mais quando ele tocou seus mega hits “Keep on rising” e “Get Shaky”. Muito simpático, não podia escapar e perguntamos o que ele achava, considerando o final da Copa e o péssimo desempenho do Brasil, quanto a bola no pé e suíngue na pista. “Dá pra ser pereba de bola e ser bom no pé de valsa?”, perguntou HT.  Ele sorriu e, depois de uma pausa duvidosa, confessou que prefere os brasileiros na pista! Pelo menos naquele momento, fica a dica!

E mais: em uma conversa private com Pedro Minc, um dos organizadores da versão carioca da festa junto com o responsável pela inserção da marca no Brasil, Fabio Rein, ele nos conta: “Nós, da equipe, conhecemos esse conceito de agito porque normalmente gostamos de viajar para as melhores festas do mundo, e eu queria trazer um projeto de qualidade para o Rio com serviço prime. Algo diferenciado para a nossa cidade, porque o público quer mesmo o melhor. Queremos um evento perfeito para atender os mais exigentes.”

Quanto a escolha do line up de DJs, o produtor adianta que devem ser mesmo aqueles bons representantes da boa música eletrônica. “A linha adotada é a house music e o deep house, sempre com uma pegada de bom gosto, mais chique”, ele afirma. E sobre a escolha do espaço ressalta que o Rio possui uma escassez de espaços que atendam ao conceito da festa, mas que a escolha da Praia Vermelha caiu como uma luva por ser numa zona nobre num lugar mais reservado.

Mas Pedro nos deixa com a pulga atrás da orelha quando diz: “Esse é só o começo, pois ideia é correr em outro espaços, pelo menos de uma a duas festas por mês visando o esse público AAA.” Além de muita gente badalada ligada à noite, o mega boss criador do conceito em Dubai, Mac Far, também esbanjou simpatia e disse ao HT: “É uma enorme satisfação trazer a AWT para o Rio, depois de tantas metrópoles bacanas. É uma cidade belíssima que só abrilhanta o tour, já que este gira o mundo, mantendo-se fiel à sua concepção. Não existe preferência por nenhuma das cidades onde a festa acontece e também não há atenção especial porque todos os lugares são importantes para que este tipo de noite seja inesquecível”. A Cidade Maravilhosa certamente agradece e ficamos todos na torcida para que muitas outras festas aconteçam por aqui, afinal, quem sai ganhando é a urbe carioca. E – keep secret, and tell only to your best friends: HT já sabe por fonte segura que a próxima Atelier World Tour será em BH, e os mineiros que se preparem. Fim de Copa de mundo, nada de hexa, mas o melhor é mesmo seguir o tour e ser feliz!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fotos: Wilgor Manfredo/Divulgação

*Carioca da gema e produtor de eventos, Bruno Muratori é uma espécie de fênix pronta a se reinventar dia após dia. No meio da década passada, cansou da vida de ator e migrou para a Europa, onde foi estudar jornalismo. Tendo a França como ponto de partida, acabou parando na terra do fado, onde se deslumbrou com a incrível luz de Lisboa e com o paladar dos famosos pasteis de Belém, um vício. Agora, de volta ao Rio, faz a exata ponte entre o pastel de Belém e a manjubinha.

 

Pesquisas relacionadas