Gente & Comportamento

Adriana Esteves elogia maternidade como tema de novela: “Ajuda a falar da valorização da mulher”

Na trama de Manuela Dias, Adriana vive Thelma, que tenta comandar a vida do filho, interpretado por Chay Suede. Sobre ser mãe na vida real ela diz: "Tenho a impressão de estar vivendo numa geração em que pais controlam mais as vidas dos filhos. São muitos medos e receios com a violência, mas acho também que a internet e as redes sociais propiciam este aumento de controle. Não gosto muito disso. Acho que muitas vezes há um controle exagerado"

Publicado em 10/01/2020 | Por Heloisa Tolipan

*Por Karina Kuperman

Diferente da controladora Thelma em “Amor de mãe”, Adriana Esteves é uma mãe na vida real que busca o equilíbrio na relação com os filhos Felipe, de 20 anos, Vicente, de 13, e a enteada Agnes, de 23.  Isso inclui a liberdade que ela faz questão que os jovens tenham. “Tenho a impressão de estar vivendo numa geração em que pais controlam mais as vidas dos filhos. São muitos medos e receios com a violência, mas acho também que a internet e as redes sociais propiciam este aumento de controle. Não gosto muito disso. Acho que muitas vezes há um controle exagerado. Procuro equilibrar isso em minha família”, confessou, em entrevista à revista “Crescer”.

Adriana Esteves como Thelma de “Amor de mãe” (Foto: Reprodução/TV Globo)

Se muitas mães relatam que, com a maternidade, vem a culpa, para Adriana isso é bem diferente. “Meus filhos me mostraram que tudo que eu imaginava da maternidade é melhor e mais profundo ainda. O maior encanto que tenho na vida é ser mãe deles. Nunca me senti culpada em relação à maternidade. Sempre lutei para fazer o melhor para eles. E, quando erro, peço desculpas. Acho que o erro faz parte do ser humano. Assim, vamos criando, dando exemplo, amando, ensinando a amar”, disse.

No ar com Chay Suede, que vive seu filho na trama das 21h (Foto: Reprodução/TV Globo)

Para a atriz, abordar a maternidade como tema central da novela das 21h é muito importante. Isso porque Adriana acredita que o assunto vai além: “O tema é muito rico e pode ser explorado de infinitas maneiras. Gosto muito quando este assunto ajuda também a falar da valorização da mulher”, ressaltou.

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